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Alunos e Professores Comunicativos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Para alunos

- Triagem
Realizamos avaliação da voz, fala , motricidade orofacial e linguagem oral e escrita dos alunos, com o fim de detectar possíveis alterações que dificultem o desenvolvimento e o processo de aprendizagem. Feito o diagnóstico de alguma alteração, encaminhamos para o profissional especializado, otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo, que será escolhido e procurado pela família do aluno.

- Programa para Apresentação de trabalhos e pesquisas
Realizamos cursos e treinamentos para alunos universitários e pós-graduandos, com o intuito de desenvolver a excelência na comunicação, auxiliando-os no sucesso das apresentações de seminários, TCCs, monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado.


Para professores

- Programa de saúde vocal
Visa desenvolver a habilidade de usar a voz de uma maneira saudável, além de melhorar o desempenho em sala de aula.

- Programa de comunicação oral
Este programa tem a finalidade de aprimorar as habilidades comunicativas e de utilização de recursos audiovisuais, para que a aula se torne cada vez mais dinâmica e atrativa para os educandos.

- Programa de contação de histórias
A contação de histórias estimula no aluno o interesse pela leitura e a imaginação, contribuindo para o desenvolvimento intelectual, criativo e comunicativo. Sendo assim, este programa tem como objetivo desenvolver e aprimorar a habilidade de contar histórias, por meio de exercícios e técnicas que possibilitam diferentes ajustes vocais para criação das vozes das personagens, além de tornarem a voz mais flexível para que a história fique mais emocionante.

- Jogos teatrais na Educação

• Possibilita a aplicação do brincar;
• Permite a vivência de brincadeiras e jogos;
• Incentiva a prática da reflexão no cotidiano da infância de 0 a 6 anos, no olhar educacional, organizacional, familiar e social;
• Auxilia no reconhecimento de diferentes processos de ensino aprendizagem;
• Desenvolve a habilidade de contar histórias.

Fonte: Clique Aqui

Professor falta 5 dias por ano por problemas de voz

sexta-feira, 26 de março de 2010

Fábio Takashi – Folha de S.Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u613832.shtml

Por ano, os professores da educação básica do país faltam cinco dias às aulas, apenas por causa de problemas na voz. Nas demais profissões, a média de ausência não chega a um dia.

A conclusão está em um levantamento nacional, com 3.265 pessoas, feito pelo Centro de Estudos da Voz, pelo Sinpro-SP (sindicato dos professores da rede particular) e pela Universidade de Utah (EUA). Os dados consideram a rede pública e a privada. Também foram ouvidos profissionais fora do magistério.

A professora de matemática Sheila Benetti usa microfone para evitar desgaste na voz

Segundo as autoras da pesquisa, apesar de a docência naturalmente exigir mais da voz do que a maioria das atividades, a diferença está muito acentuada e poderia diminuir, com medidas tanto dos professores quanto dos colégios.

O representante das escolas privadas admite o problema. “Os professores entram em licença e, por isso, precisamos contratar outros. É um transtorno”, afirma José Augusto de Mattos Lourenço, presidente da Fenep (federação das escolas particulares). Ele diz, porém, que os colégios têm procurado atenuar o problema.

“Não dá mais para adiar ações, tanto por parte da rede privada quanto dos governos”, diz a coordenadora do estudo, Mara Behlau. Segundo ela, é a primeira pesquisa nacional quantitativa sobre o tema.

Entre as medidas, Behlau sugere a aquisição de microfones para os professores e melhorias acústicas das salas de aula.

“O gasto com contratações deve superar o de adequações física das escolas. Sem contar a frustração do professor de não conseguir exercer sua profissão”, afirma.

Sem voz

Com apenas quatro anos no magistério, Daniela Faustino de Oliveira, 23, diz já sentir desgaste. “Vivo sem voz ao final do dia. As salas são numerosas e não têm boa ventilação. Por isso, as janelas ficam abertas, o que aumenta o barulho. É difícil competir”, afirma Daniela, que leciona em escola particular da zona leste de São Paulo.

Algumas vezes, ela diz que muda a programação da aula porque está sem voz. Em vez de explicar oralmente, passa todo o conteúdo na lousa e só tira algumas dúvidas.

“A situação em que o professor precisa mudar sua aula apareceu muito nas entrevistas”, afirma a fonoaudióloga Fabiana Zambon, uma das autoras do levantamento. “É comum a aula ser trocada por vídeo ou seminário. Ou seja, mesmo que não falte, ele perde rendimento”, diz.

Zambon diz que uma das dificuldades é que os professores têm pouco conhecimento para diminuir o problema. Algumas das sugestões são beber água durante as aulas e não falar escrevendo na lousa (o volume precisa ser mais alto, e o pó do giz vai para a garganta).

Os problemas mais citados pelos professores na pesquisa foram garganta seca (45% disseram ter), rouquidão (41,2%) e cansaço vocal (36,9%). No restante da população, os porcentagens foram 21,4%, 14,8% e 11,7%, respectivamente.



Fonte: Clique Aqui

Professores observam dificuldades em sala

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Professores observam dificuldades em sala
Leonardo Coleto

Com o início das aulas, além da preocupação com a inclusão dos alunos nas escolas, pais, professores e profissionais da saúde se ateem também com possíveis problemas de audição, visão ou de atenção que possam prejudicar o rendimento das crianças. Os problemas mais comuns estão relacionados à audição.

"Pode vir a prejudicar os alunos na escola, principalmente na fase de alfabetização, quando as crianças muitas vezes podem entender letras erradas ou até mesmo ficar desatentas durante a aula", diz a especialista em audiologia Anylize Zom Scheidt.

De acordo com ela, exames realizados pelas escolas em parceria com centros médicos podem ajudar e identificar as carências auditivas das crianças precocemente. "Crianças que falam alto, estão sempre roucas ou com inflamações no ouvido são as mais propícias a terem problemas de audição.

Felizmente os pais e as escolas estão se preocupando com isso. Para evitar que o problema aconteça, várias instituições de ensino nos convidam para avaliação audiológica em seus alunos. Em média, de cada cem crianças analisadas, cinco apresentam problemas na audição", diz Scheidt.

Complicações na visão também podem prejudicar o rendimento das crianças nas salas de aula. Para evitar que isso aconteça, o Projeto de Lei 776/2008 prevê que, ao iniciarem as aulas, os alunos recebam uma cartilha sobre o uso correto do computador e videogame, aparelhos eletrônicos que mais causam miopia em crianças.

Esta é a principal constatação de um estudo recente feito com 360 crianças pelo Instituto Penido Burnier, de Campinas (SP). Caso a criança não seja diagnosticada e tratada previamente, a miopia pode se tornar um mal permanente.

Para saber se as crianças sofrem de miopia, basta realizar o teste disponível no site do hospital (www.penidoburnier.com.br). A avaliação consiste em três categorias, para adultos analfabetos, crianças analfabetas e para alfabetizados.

Fonte: Clique Aqui