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Motricidade Oral

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

É UMA ÁREA DA FONOAUDIOLOGIA QUE TRABALHA OS ASPECTOS MIOFUNCIONAIS-MUSCULATURA OROFACIAL,COM O OBJETIVO DE CORRIGIR PROBLEMAS RELACIONADOS À SUCÇÃO,MASTIGAÇÃO, DEGLUTIÇÃO, RESPIRAÇÃO E FALA DE CRIANÇAS E ADULTOS.

O FONOAUDIÓLOGO ESPECIALISTA EM MOTRICIDADE ORAL,ESTÁ APTO A INTERVIR JUNTO ÀQUELES QUE POSICIONAM A LÍNGUA OU ENGOLEM DE FORMA INADEQUADA,CARACTERÍSTICA ESTA DA DEGLUTIÇÃO ATÍPICA E DA DISFAGIA;HÁ OS PACIENTES QUE EMPURRAM OS DENTES COM A LÍNGUA,CONTRIBUINDO ASSIM PARA O MAU POSICIONAMENTO DENTÁRIO.

TAMBÉM PODE ATUAR JUNTO AOS RESPIRADORES BUCAIS E PESSOAS QUE SOFRERAM TRAUMA CRANEO ENCEFÁLICO, ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL(DERRAME),PARALISIA CEREBRAL,ENTRE OUTRAS PATOLOGIAS QUE INTERFEREM NA FUNCIONALIDADE CORRETA DA MUSCULATURA ORAL E FACIAL.OS PORTADORES DE SÍNDROMES QUE RESULTAM EM ALTERAÇÃO DA MUSCULATURA DA FACE E DAS FUNÇÕES ORAIS TAMBÉM PODEM SER AUXILIADOS POR ESTE PROFISSIONAL.
EM MUITOS CASOS ,O FONOAUDIÓLOGO ATUA EM PARCERIA COM DENTISTAS,MÉDICOS,FISIOTERAPEUTAS,PSICÓLOGOS E EDUCADORES.


FGA. ELAINE STUDART VIEIRA

Fonte: Clique Aqui

MOTRICIDADE ORAL E DEGLUTIÇÃO

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quando se fala em motricidade oral é necessário falar também sobre o sistema estomatognático (Ferraz).

O sistema estomatognático é formado por vários elementos: nervos, dentes, ossos, músculos, lábios, etc. As alterações do sistema estomatognático, principalmente em relação à oclusão dentária, podem afetar a saúde e a estética da boca/face.

Fazem parte do sistema estomatognático as funções de mastigação, sucção, deglutição, fonação, articulação e respiração. As forças da mastigação, deglutição e o equilíbrio postural são transmitidos aos dentes, que se posicionam onde estas forças permitirem.

A mastigação corresponde ao início do processo digestório e compreende as fases de incisão, trituração e pulverização.

Pais e educadores não podem esquecer de ensinar a criança a mastigar sempre os alimentos, pois os músculos da face precisam de trabalho. Preferir alimentos mais duros para mastigar (ex: comer pão francês ao invés de pão de forma) é muito bom. Desta forma, os músculos da fala estarão sendo melhor preparados.

Cuidado com os dentes de leite!

Embora saibamos que os dentes de leite da criança vão ser trocados, eles devem ser muito bem tratados e conservados pois só assim vão facilitar a mastigação e consequentemente o crescimento harmônico da face. Acompanhar a criança na escovação e ensinar o hábito de escovar os dentes no mínimo 04 vezer por dia é muito importante e previne problemas futuros.

A sucção inicia-se através do reflexo da busca. Na amamentação, sua função é a de retirar o leite do seio materno e funciona também como importante estimulador do crescimento craniofacial. A sucção compreende a compressão do mamilo seguida da elevação da língua e da mandíbula. Após estes movimentos, forma-se um sulco na língua e o alimento é enviado para a faringe, que aumenta de tamanho para que ocorra a deglutição.

A deglutição ou ato de engolir é uma função biológica, complexa e coordenada na qual os alimentos passam da boca para a faringe e esôfago através de uma conexão neurológica e de um sincronismo de ações musculares.

A língua exerce um papel fundamental no estabelecimento da oclusão dentária. O equilíbrio dentário é feito pelos próprios dentes que se amparam mutuamente, pelas boclhechas, lábios e língua.
DEGLUTIÇÃO ATÍPICA

A deglutição atípica ou a atipia na deglutição ocorre quando a ponta da língua é pressionada entre os incisivos e seus bordos laterais podem penetrar entre os pré-molares e molares (Braga & Machado). Em outras palavras é "quando a ponta da língua empurra os dentes".

Num periodo de 24 horas uma pessoa engole em médias 2400 vezes. Esta quantidade e frequência de deglutições é suficiente para fazer uma língua mal posicionada empurrar os dentes.

O tratamento fonoaudiológico em conjunto com o tratamento ortodôntico é de fundamental importância para garantir a harmonia entre FORMA (oclusão dentária) e FUNÇÃO (respiração, mastigação, sucção, deglutição e fala). As rescidivas no tratamento ortodôntico quando não há reeducação da postura de língua e funções é muito comum. Boa sorte!

Magda Denise Duarte
Fonoaudióloga CRFA 5426
Especialista em voz CFFA 1346/01
Mestre em Ciências pela UNIFESP

Fonte: Clique Aqui

A família e os hábitos orais viciosos na infância

domingo, 30 de maio de 2010

Garcia (1994) afirma que qualquer problema de saúde ou no desenvolvimento da criança pode desequilibrar o sistema familiar. Portanto, a criança fica exposta a um ambiente carregado de sentimentos de ansiedade, negação, culpa, superproteção ou isolamento que poderão acentuar ainda mais a situação. Por isso, é importante focalizar a família como fator imprescindível para o bom desenvolvimento da criança.

Proença (1996) sugere que as barreiras de motivação e percepção, assim como a rede de influências sociais quanto aos hábitos viciosos, devem ser destruídas por meio de estratégias e modelos culturais adequados a cada grupo. Para ela, após a fase de lactação, o trabalho fonoaudiológico preventivo deve voltar-se para a aquisição e desenvolvimento da comunicação, em especial, à contribuição do ambiente familiar para sua adequação.

Sobre prevenção e orientação, Lauermann e Wertzner (1994) acreditam em trabalhar com os pais e não com as crianças, com o objetivo de atender a comunidade suprindo-a com informações para que possam usá-las com qualquer indivíduo de seu grupo. Portanto, desenvolve-se um trabalho educativo de orientação a pais, já que educação sanitária nada mais é do que qualquer procedimento que possa dar condições para que o indivíduo tenha harmonia física, mental, social e cultural, para ter uma boa ralação com seu grupo.

A orientação aos pais parte de dúvidas ou problemas trazidos pelas famílias, além da observação do fonoaudiólogo que vai determinar as necessidades de cada grupo e nortear as discussões sobre as formas de se eliminar fatores que interferem na aquisição e desenvolvimento do indivíduo, constituindo-se, assim, a prevenção fonoaudiológica.

Acredita-se que as orientações capacitam os pais a tornarem-se agentes estimuladores da comunicação, assim como, dá-lhes parâmetros para que detectem alterações da comunicação e possam providenciar os recursos necessários para a sua adequação.


Por: Fga. Denize Casanova
Fonoaudióloga especialista em Motricidade Oral – Fonoaudiologia Hospital

Fonte: Clique Aqui

Fonoaudiologia Estética

sábado, 20 de março de 2010

"Você já observou o modo como se alimenta e se expressa de um modo geral?? Já percebeu que talvez aquele movimento que faz com a sobrancelha quando está conversando pode estar gerando uma ruga na sua testa??"

Informe-se sobre como a FONOAUDIOLOGIA ESTÉTICA pode ajudar você!!



Tratar da Estética Facial tem sido um assunto moderno e totalmente ligado à saúde.

Neste contexto, a Fonoaudiologia vem desenvolvendo pesquisas e trabalhos para estar sempre atualizada e atendendo com excelência a demanda de pacientes que procuram uma Beleza Saudável.

A Fonoaudiologia Estética é uma área que está se consolidando como uma das mais procuradas áreas de atuação do Fonoaudiólogo. Esta linha de atuação da Motricidade Orofacial auxilia no tratamento cosmético da face, trabalhando a musculatura desta região com técnicas de relaxamentos, alongamentos, exercícios específicos e orientações diárias para que o paciente se conscientize das expressões e hábitos que, porventura, possam ser os causadores das rugas indesejáveis.

Mais além das rugas, o trabalho fonoaudiológico depende de uma anamnese e avaliação das funções exercidas pela nossa face - a mastigação, a sucção, a deglutição, a respiração e a fala - as funções estomatognáticas. O conhecimento que o Fonoaudiólogo detém da musculatura facial e suas inervações, possibilita explicações e orientações importantes quanto ao equilíbrio miofuncional e estético satisfatório, somando-se ao tratamento médico-estético realizado.

Ao longo do trabalho estético-facial, o profissional objetiva o aprimoramento muscular para a reorganização da musculatura da face, além de prevenir, identificar e orientar quanto ao aparecimento de rugas ou linhas de expressão decorrentes dos excessos de expressividade facial, sempre respeitando as características e possibilidades de cada paciente.

A Fonoaudiologia Estética complementa o tratamento dermatológico e plástico que o paciente está sendo submetido ou já se submeteu, buscando retardar o envelhecimento, e/ou rejuvenecer de forma saudável e natural.

O tratamento é indolor e não invasivo, onde o paciente participa ativamente de cada etapa e constrói a sua auto-percepção.

Os resultados esperados e obtidos são sempre de acordo com o esforço e a disciplina de cada um.

Construa sua beleza, participe deste processo e descubra o que a Fonoaudiologia Estética pode fazer por você!



Dra. Núbia Costa / CRFa. 10904-RJ
Fonte: Clique Aqui

O que é Motricidade Orofacial?!?

terça-feira, 16 de março de 2010

Muitos leitores têm me perguntado o que é a Motricidade Orofacial, área na qual sou especialista.
Resumidamente e de forma bem simples vamos entender um pouquinho do que se trata.
A Fonoaudiologia envolve 5 áreas de atuação: linguagem, voz, audiologia, saúde coletiva e motricidade orofacial.
A Motricidade Orofacial (MO) é uma área voltada para o estudo/pesquisa, prevenção, avaliação, diagnóstico, desenvolvimento, habilitação, aperfeiçoamento e reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervicais (cabeça e pescoço).
A MO estabelece interfaces com diferentes profissões: odontologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional, psicologia, medicina entre outros.
Os fonoaudiólogos especialistas em Motricidade Orofacial (MO) realizam terapia miofuncional.
O trabalho em MO pode ser realizado em todas as idades e visa à regulação das funções orofaciais: respiração, sucção, mastigação, deglutição (ato de engolir) e fala.
Assim os atendimentos estão inseridos em pacientes:
- submetidos a cirurgia ortognática;
- com disfunção na articulação temporomandibular (DTM);
- traumas craniofaciais;
- malformações (síndromes que incluam alterações craniofaciais);
- fissura lábiopalatina;
- câncer de cabeça e pescoço;
- reabilitação do respirador oral;
- reabilitação funcional do paciente idoso;
- bebês de alto risco;
- disfagias (problemas de deglutição - relacionados muitas vezes com AVCs)
- paralisia facial
- paralisia cerebral
- queimaduras de face e pescoço;
- estética facial, dentre outras.


O curso de pós-graduação dura em média 2 anos e é feito após a graduação.

Fonte: Clique Aqui