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CFFa. aprova Disfagia e Fonoaudiologia Escolar-Educacional como novas especialidades

terça-feira, 30 de março de 2010

O CFFa aprovou o reconhecimento como áreas de especialidade da profissão a Fonoaudiologia Escolar-Educacional e a Disfagia, durante 22ª Sessão Plenária Extraordinária, no dia 20 de março. A decisão é resultado de estudo e debate com Conselhos Regionais, Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Academia Brasileira de Audiologia, Instituto Brasileiro de Fluência, Associação Brasileira de Gagueira e Instituições de Ensino Superior desde 2008.
Uma consulta pública entre os dias 7 de outubro e 23 de novembro de 2009 captou manifestações sobre as propostas, nomenclaturas, competências, área do conhecimento e função, além de sugestões de outras especialidades e áreas de atuação. A questão também teve lugar no 17º Congresso Brasileiro e I Congresso Ibero-Americano de Fonoaudiologia, em outubro de 2009 em Salvador.
Para aprovação das duas novas especialidades, verificou-se que ambas possuem complexidade e acúmulo de conhecimentos que transcendem o aprendizado do curso de graduação, apresentam relevância epidemiológica e demanda social definida, além de reunir conhecimentos que definem um núcleo de atuação própria. As áreas de Fonoaudiologia da Fluência e Fonoaudiologia do Trabalho continuam em estudo.
Segundo a análise dos dados da consulta pública acerca da inserção do termo Fonoaudiologia nas nomenclaturas das especialidades já reconhecidas pelo CFFa, aproximadamente 85% se manifestaram favoravelmente à manutenção de seus atuais nomes.
As novas áreas de especialidade, aprovadas em plenário, serão normatizadas a partir da publicação das resoluções do CFFa no Diário Oficial da União.

Fonte: Clique Aqui

QUAL A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NA ESCOLA?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010



Considerando ser a educação humana um processo dependente da aquisição e desenvolvimento da comunicação, faz-se de suma importância a atuação Fonoaudiológica neste processo. A escola é o local em que tem lugar o desenvolvimento da linguagem para a maioria das crianças, logo após os primeiros anos de vida. O papel da escola no desenvolvimento da linguagem é evidente, já que o contexto escolar contribui de forma decisiva para a evolução da comunicação e da linguagem, tanto oral como escrita. Na escola são exigidos dos alunos, como requisito para atingir a maioria das aprendizagens, determinados níveis de linguagem. Nem sempre essa exigência é explícita e quase nunca a escola assume a responsabilidade de garantir tais níveis de linguagem. Estes e outros fatos similares evidenciam a necessidade de os especialistas de linguagem e os profissionais da educação estudarem mais a fundo as inter-relações entre linguagem e escola. A escola é também um local em que são detectados, ás vezes, gerados e ocasionalmente tratados vários distúrbios da linguagem, de causas e gravidades diversas. A escola e o Fonoaudiólogo compartilham juntamente coma família a responsabilidade de assentar as bases para que as alterações da comunicação e da linguagem que estão se desenvolvendo e evidenciando na instituição escolar, sejam detectadas a tempo e sejam dados os primeiros passos para sua possível solução, sendo pois este, outro campo em que se ressalta a importância da relação entre o Fonoaudiólogo e a escola.
QUAIS OS DISTÚBIOS MAIS ENCONTRADOS NA ESCOLA?

Entre os distúrbios mais freqüentemente encontrados na escola, encontram-se: Atrasos globais de linguagem Distúrbios Articulatórios Distúrbio de Aprendizagem Gagueira Perdas Auditivas Distúrbios de Leitura e Escrita Entre muitos outros.

QUAL O PAPEL DO FONOAUDIÓLOGO NA ESCOLA?

Atualmente a presença de Fonoaudiólogos na escola regular está alcançando níveis certamente elevados, especialmente se levarmos em conta que não é uma figura cuja presença seja legalmente obrigatória, devendo-se este fato a conscientização da grande importância deste no âmbito escolar e hoje sendo requisitada em várias escolas que reconhecem a importância e necessidade da atuação deste profissional, objetivando propiciar aos seus alunos uma melhor qualidade educacional. Contudo, nos centros de educação especial, habitualmente a figura do Fonoaudiólogo é imprescindível, fazendo parte do pessoal contratado em tempo integral. As funções do Fonoaudiólogo no âmbito escolar variam segundo o tipo de escola, sua ligação ou não a uma equipe de orientação, tipos de serviços para os quais tenha sido contratado etc. Contudo, em suma consiste em: Tarefas de prevenção (detecção precoce de distúrbios, informativo a pais e educadores, estimulação na sala de aula, colaboração e assessoramento no planejamento dos programas psicopedagógicos e das atividades em sala de aula); Diagnóstico e Avaliação; Tratamento (individual ou grupos em escolas com Educação Especial), Orientação ou Encaminhamento; Assessoramento de pais e professores; Acompanhamento de casos. Assim tem-se uma breve noção quanto a atuação Fonoaudiológica no âmbito escolar, bem como sua importância e contribuição no processo de educação, viabilizando o alcance de um objetivo comum a todos que de forma direta e indireta estão relacionados com o processo ensino – aprendizagem e com a melhoria da qualidade de vida do ser humano.

Fonte: Clique Aqui

Crianças que respiram pela boca e que rocam têm baixo rendimento escolar

sexta-feira, 29 de maio de 2009

SÃO PAULO (ABN NEWS) - As doenças otorrinolaringológicas podem acarretar prejuízos no aprendizado escolar das crianças.

Durante o XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia que acontece em São Paulo no período de 1 a 5 de junho de 2009, serão mostrados que os distúrbios de audição (3,1 a 7,6/1000 crianças no mundo tem hipoacusia permanente), distúrbios de voz (tanto do aluno como do professor), e crianças respiradoras bucais que roncam a noite (com sono agitado, às vezes até com apneia e que durante o dia apresentam-se cansadas ou hiper-ativas) geram déficit de QI e o dobro de repetência escolar em relação às crianças que respiram pelo nariz.

No Brasil 15% a 28% das crianças são respiradoras bucais e roncadoras. Um assunto temático do programa será sobre a triagem auditiva dos recém-nascidos, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento.

Confira alguns dados:

· A prevalência média de crianças com perda auditiva é de aproximadamente 3 a 8 a cada 1000 e 100 a 200 a cada 1000 com perda parcial da audição;

· Os dados de prevalência para crianças com problemas de voz varia de 60 a 70 a cada 1000 (6% a 7 %); da fala por volta de 70 a 90 a cada 1000 (7 a 9%) e linguagem, com a média de 59.5 a cada 1000 (5.95%);

· De acordo com os dados, entre 130 a 140 a cada 1000 crianças (13 a 14%) sofrem de pelo menos uma dificuldade na comunicação e o problema é ainda maior em países em desenvolvimento e crianças em estado de pobreza.

Serviço:
XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia
São Paulo - SP
De 1 a 5 de Junho de 2009
www.ifossaopaulo2009.com.br

Fonte: Clique Aqui